Posts tagged oficinas audiovisuais

Oficina de áudio


Por Carlos Rodrigues

Olá galera do Blogão da Casa Brasil de Santarém, estamos com um curso novo que é de áudio ou seja rádio, neste curso estaremos abordando um pouco do áudio como edição e captura, onde estaremos fazendo programas de rádio falando da Unidade Casa Brasil e dos bairros entorno, e estaremos utilizando o programa de edição Audacity em Software Livres em GNU/LINUX, e já estamos nas práticas onde os alunos estão aprendendo como manusear a mesa de som, como entrada e saídas e para que serve cada plugs que temos e cada cabo com seus respectivos plugs, e os nossas produções estarão em breve disponíveis na rede para todos curtirem a cada produção. Até em breve com nossa produções.

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Produções Audivisuais da 10ª Turma da Unidade CBS


Por Carlos Rodrigues

Olá cibernautas! A 10ª Turma da Casa Brasil de Santarém teve vários momentos nesta última temporada, como no curso de vídeo, onde os alunos elaboraram um vídeo utilizando a técnica de Stop Motion e Câmera na mão. Toda essa prática foi resultado das aulas que falaram sobre a historia da comunicação, enquadramentos, roteiro, captura de imagem e edição e finalização. E como resultado, foi gerado quatro belos vídeos que mostram um pouco da cidade de Santarém e suas peculiaridades, essa produções também contou com a participação dos projetos pilotos que são o MID(Melhor Idade Digital) com senhor@s da 3ª idade, que compartilham suas experiências de vida e Curumim Digital, com crianças de 11 anos que translocaram sua inocência nas telonas. Todos eles foras elaborados e editados em ferramentas digitais Livres, como o GIMP (Editor de imagens) e Cinelerra (Editor de vídeo) do GNU/LINUX.

 

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Multimídia em Noticia


Por Carlos Rodrigues

      Depois de um período de teoria no curso de Vídeo, estamos já na parte da prática, e para essa parte estamos iniciando com um oficina de Stop Motion, com as duas turma deste curso onde estamos montando os nossos cenários para nosso curta na técnica de Stop Motion esta onde irmos trabalha com enquadramentos e planos e também fotografia com isso os alunos iram está conhecendo melhor os tipos de planos e logo logo vamos ter mais uma produção criada e posta em nosso canal e no Blogão esta é um trilher que vai servir como vinheta do nosso Cineclube denominado Cineclube 1ª Estação. 

Oficina de Stop Motion

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Take final: chegou ao fim, mas continua


Artigo originalmente extraído do site Curta em Circuito

terça-feira , 15 de fevereiro de 2011

Alguns sinônimos pra despedida são adeus, separação, partida, saída, saudação. Nós, do Curta em Circuito, porém, preferimos um em particular: conclusão. Conclusão de um trabalho que durante quatro meses, divididos em duas etapas, levou quatro módulos de capacitação audiovisual a cerca de 300 jovens aprendizes nos municípios de Belém, Marabá e Santarém, passando ainda por Manaus e Cachoeira do Arari.

Senão pelas cidades em si, pelas comunidades atendidas pelo projeto que seja, nossa missão de levar conhecimento aos que tinham vontade de adquiri-lo, mas careciam de oportunidades pra tanto, foi cumprida apesar dos pesares enfrentados no percalço. Adriane Gama, coordenadora do programa Puraqué, desenvolvido na Casa Brasil, em Santarém, parece concordar: “Já tínhamos mil ideias pra desenvolver no campo do audiovisual e agora poderemos passar a praticá-las e levá-las a outras pessoas da comunidade. Esse será nosso maior objetivo agora”.

Foi no Puraqué que encerramos esta primeira temporada, com as oficinas de “Direção” ministradas por Fernando Segtowick pra alunos de 33 a 13 anos, a exemplo do pequeno Alexandre aka Xandão: “Foi uma experiência bem diferente. Na casa Brasil, a gente mexe mais com software livre, computação, aí vocês chegam e ensinam a como ficar por trás das câmeras, como se a gente estivesse fazendo um filme. Foi muito bom porque vocês não só explicavam, mas também procuravam fazer a gente entender”.

Como não podia deixar de ser, Fernando explorou o lado prático do negócio e levou a molecada pra rodar um documentário curta-metragem sobre a praia do Maracanã. Xandão foi um dos primeiros a aprovar a idéia: “Nossa praia está sendo cada vez mais destruída. Tem lixo por toda parte. As pessoas têm que se conscientizar que essa é uma praia muito bonita e tem que ser cuidada”. Conscientização por todos os ângulos.


E em todas as direções. Diretamente da Suécia – ou, melhor dizendo, Belterra –, Monica de Almeida foi a Santarém tão somente pra participar das oficinas e levar de volta pra sua cidade toda a bagagem adquirida. Detalhe curioso, a moça não é marinheira de primeira viagem: “A oficina foi muito importante, estava precisando aprender mais sobre direção. Temos um telecentro em Belterra, onde nos reunimos em grupos de vídeo participativo e produzimos filmes sobre a vida na cidade. Já rodamos uns oito documentários curtas-metragem, sobre as adolescentes grávidas, o êxodo rural entre os jovens, a própria cidade que é histórica. Através do grupo, já participei até de um intercâmbio na Suécia, junto com outros dois colegas. Tem uma turma bem avançada no audiovisual em Belterra”.

Quem sabe, não aportamos por lá em alguns meses? Melhor ficar no suspense, por enquanto. Não queremos estragar o final da surpresa com nenhum spoiler, afinal de contas. O que prometemos, seguros do que estamos falando, é uma segunda temporada com algumas tantas novidades. Em abril, voltamos a tocar no assunto. Até lá, trabalho concluído. Ou quase isso. A ver. Que por ora se dig parabéns a todos os envolvidos.

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Praia do Maracanã vira tema de filme coletivo santareno


Por Adriane Gama

Aproveitando a deixa da tendência mundial de produções audiovisuais, trabalhando também com os não atores ou atores não profissionais e mais, quebrando preconceitos de que qualquer manifestação cultural que sai da periferia, tenha uma qualidade inferior, as oficinas de cinema do Curta em Circuito vieram com a proposta de democratizar o conhecimento cinematográfico, onde as pessoas podem sim ter a oportunidade de produzir um filme.

Como ensaio prático da oficina de Direção geral, o cineasta Fernando Segtowick e a equipe do Curta, realizaram no domingo pela manhã do dia 13 de fevereiro, junto com a turma da Casa Brasil, Puraqué e alunos de jornalismo e do teatro santareno, um documentário sobre a praia urbana de Santarém, a conhecida praia do Maracangalha.

Foi uma experiência coletiva muito boa, planejada no dia anterior, pelos participantes, os quais foram distribuídos em equipes com funções específicas que vai desde o cinegrafista, produtores, assistentes, roteirista a diretores. Foram feitas panorâmicas da praia numa canoa e realizadas várias entrevistas com os donos das barracas de alimentação e banhistas.

Conhecemos um pouco da realidade desse balneário e podemos perceber o quão ela ainda é preservada, apesar dos impactos humanos e democrática, por ser visitada por gente de todos as classes, raças e estilos. Assim é a praia do Maracanã! O filme na íntegra, será divulgada nos próximos dias, neste blogão e no site do Curta em Circuito. Prestigiem!

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Final de semana com ensaios em cena de Direção Geral


Por Adriane Gama

O último módulo do projeto audiovisual Curta em Circuito em Santarém, com a oficina de Direção Geral, facilitada pelo cineasta paraense Fernando Segtowick, fecha sua primeira etapa com chave de ouro e com a promessa de uma próxima temporada dando continuidade nas suas atividades voltadas para o cinema. Esta oficina aconteceu no último final de semana, no auditório da Casa Brasil, contando com a participação de representantes da área do teatro, jornalismo e da cultura digital santarena e de Belterra.

O diretor e roteirista Fernando Segtowick, entre dinâmicas, cineclubismo, teoria e muitas práticas de direção, deu um show de profissionalismo, compartilhando seus conhecimentos e sua experiência sólida de 10 anos com o audiovisual. As aulas práticas foram realmente as atividades que mais instigaram os participantes, de como produzir e dirigir um filme. Sempre em equipes, as pessoas presentes sentiram o gosto de como atuar como diretor e de quebra, interpretar um personagem com arco dramático. Essas mini produções dos alunos serão logo editadas e disponibilizadas na rede, no site do Curta em Circuito e neste blogão da Casa.


A história mundial do cinema, foi contada nesta oficina, desde seu surgimento como atração evoluindo para a narrativa do conteúdo, com montagem, planos, movimentos e posições da câmera, feitura dos filmes com gêneros e trilha sonora até o reconhecimento da figura do diretor, a partir da década 60, como de fato o autor do filme. Durante o encontro, foram analisadas coletivamente as produções cinematográficas principais de Fernando: “Dias” (2000), “Jovens Tefé- AM” (2008) e “Matinta(2009), seu mais recente curta metragem, vencedor de dois prêmios no Festival de Cinema, em Brasília. No domingo pela manhã, até um ensaio de filme colaborativo foi produzido na praia do Maracanã, uma praia urbana da cidade, envolvendo não somente a equipe como os banhistas e vendedores que estavam no local.

Enfim, o que se leva na prática dessa oficina, é que para ser um bom diretor, uma boa ideia, roteiro e criatividade, são essenciais para realizar uma produção, mas um bom hábito de sempre apreciar vários tipos de filmes, é pura inspiração de criação, afinal de contas, cinema tem a propriedade de produção. Segundo o próprio Fernando Segtowick, “o papel do diretor, além de ter muito jogo de cintura de comandar uma equipe, ter conhecimento da feitura de um filme, é preciso ser claro naquilo que pretende mostrar o público, e vale a dica, pesquisa de conteúdo, não se limita apenas na internet, mas sim com pessoas, o verdadeiro olhar da realidade”, ressalta.


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Em cena com Adriano Barroso


Por Alessandra Sousa

Roteirista, Ator e Diretor paraense, Adriano Barroso dos Santos foi contratado para facilitar asatividades de Direção de ator, articuladas pelo projeto da BCB (Barba, Cabelo e Bigode Produções), do projeto Curta em Circuito, nas regiões pólos do Pará. Durante um pequeno intervalo desta oficina, aproveitamos o momento para conversar um pouco com Adriano.

Casa Brasil Santarém– Como começou seu encanto pelo cinema?

Adriano Barroso– Comecei a trabalhar com teatro aos 25 anos, desde 1997 trabalhei com o primeiro filme “Lendas amazônicas”, e então, comecei a estudar cinema. Como ator, atuei em 14 filmes, seis são de longa metragem e o resto, curtas. E como roteirista, fiz cinco roteiros filmados e três, em processo de produção. Também já dirigir documentários, e nesses últimos quatro anos, comecei a preparar atores.

CBS– É a primeira vez que você vem realizar esse trabalho de direção de ator em Santarém?

AB– Não. Primeiramente gosto muito de Santarém, em 2008 comecei a montar um espetáculo chamado MacBeth com o pessoal do teatro. Já em 2010, vim participar do filme de Beto Brant “Eu receberia as piores notícias de seus lindos lábios”, no qual atuei e preparei o elenco.

CBS– Quais foram suas expectativas com relação aos participantes da oficina?

AB– Eu achei super válido, deu para perceber nos integrantes, uma disponibilidade e força de vontade, enriquecendo a oficina, fluindo melhor o trabalho. Houve uma interatividade muito valiosa entre os integrantes.

CBS– Impressões locais

AB– Muito bacana! O exercício de fazer a teoria sem prática fica complicado. Em Santarém tem pessoas com qualidades muito boa de atuação, mas acho que falta mais incentivo do poder público. Espero que Santarém daqui a algum tempo, impulse mais esses talentos para mundo todo.

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