Posts tagged III FASOL

Crianças se divertem com seus UCAs nas oficinas de robótica livre


Por Adriane Gama

Ainda lembrando de momentos do III FASOL, não poderíamos deixar de destacar a participação dos alunos de ensino fundamental da escola Irmã Leodegard Gausepohl, do bairro de Uruará, com seus UCAs (Um computador por aluno – Projeto do Governo Federal), nas oficinas de robótica livre, com o metarecicleiro Eloir Rockenbach. Os alunos estiveram acompanhados pelas suas professoras do laboratório de informática da escola e brincaram de programar com os jogos educativos instalados em software livre nos computadores.

Como filhos nativos da revolução digital, as crianças, logo no primeiro contato, tiveram muita facilidade de usar esses equipamentos que servem de apoio didático nas aulas. A escola Irmã Leodgard é a primeiro projeto piloto da cidade de Santarém, coordenado pela professora Lúcia Maria Maia com ajuda de uma equipe de profissionais da escola, o qual vem mostrando um saldo positivo da introdução desses netbooks nas atividades educativas com as crianças, entre 9 a 11 anos. O objetivo é multiplicar essa prática nas escolas municipais da cidade e replicar sua metodologia, com ajuda do NTE e até mesmo do Coletivo Puraqué, com formações digitais e cidadãs para os professores.

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Debate sobre mulheres e software livre finaliza o III FASOL


Debate sobre Mulheres e Software Livre no III FASOL

Na última noite do III FASOL, dia 2 de setembro, no auditório Castanheira do IFPA, às 20:30h, ficou a expectativa do fechamento desse Fórum, com a participação das mulheres que utilizam software livre no Brasil representadas pelas convidadas: Krix Apolinário (GNOME – PE), Paloma Costa (GT- Feminino Livre – RS) e Izabel Valverde (OPENSUSE -SP). Tratava de uma mesa de debate sobre Gênero e Tecnologia, ressaltando as experiências colaborativas das mulheres que atuam ativamente com programação, sistemas e comunidades em software livre, mediada pela ativista amazônica em software livre e Coordenadora da Casa Brasil de Santarém, Adriane Gama.

Na mesa, cada mulher pode falar um pouco da realização dos seus trabalhos coletivos, aproveitando para informar dados estatísticos sobre a expansão do papel interativo das mulheres em relação a Tecnologia de Informação e a importância do empoderamento da mulher quanto a questões sociais, econômicas, políticas e ambientais no lugar onde vive. No final, depois de várias discussões, Adriane Gama disse que “o mais importante desse contexto atual é que todos, independente de gênero, sigam na prática, os três princípios básicos do software livre: conhecimento, compartilhamento e liberdade. As mulheres chegaram até aqui, graças a força emancipatória e recombinante de muitas outras, de geração a geração, as quais contribuem ainda hoje para que possamos lutar pela igualdade e coletividade.”

As convidadas além de tornarem o ambiente mais feminino, foram oficineiras dos minicursos que o FASOL proporcionou aos participantes, entre oficinas de PYTHON, Instalação e navegação em OPENSUSE e de instalação de Ubuntu 11.4 para iniciantes.


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Sérgio Amadeu participa no último dia do III FASOL


Por Adriane Gama

A internet hoje permite o que o guri faz no quintal, na rede.”

A presença especial do sociólogo Sérgio Amadeu fechou o ciclo de palestras no encerramento do III FASOL – Fórum Amazônico de Software Livre. Temas como princípios para governança, uso da internet no Brasil, Comitê Gestor de Internet, diversidade cultural recombinante na rede, propriedade intelectual e mito da originalidade, redes 2P2, twitter – rede aberta, foram destaques, do pensamento claro e objetivo de Amadeu, sobre as atuais questões sócio-digitais da internet.

Um outro assunto muito polêmico na rede está relacionada com as operadoras telefônicas do mundo inteiro, as quais fazem pedágio digital, uma espécie de filtro do tráfico para depois violarem os usuários. Trata-se da quebra do princípio da neutralidade, transformando a internet como uma grande TV a cabo. “Quem faz mais inclusão na internet, não são só os cracker e sim, as operadoras telefônica”, afirma o sociólogo, se referindo a ilegalidade da tecnologia phorm, onde a operadora, por exemplo, faz análise do perfil de uma pessoa, para depois oferecer uma propaganda dirigida.

Outro ponto importante da sua palestra foi sobre a repercussão nacional do Marco Civil da Internet, há mais de 2 anos de discussão e consultas públicas feitas pelo Ministério da Justiça, tornando-se um regulamento que garante a liberdade de um ambiente legal e regulatório. Este documento regulatório de direitos e deveres na web era uma defesa constante dos ativistas da internet, juristas e representantes dos consumidores do país. Para finalizar, Sérgio Amadeu ressaltou a realização do I Fórum da Internet no Brasil, que acontecerá em São Paulo, nos dias 13 e 14 de outubro, onde comunidades de todas as regiões do Brasil, discutirão o futuro da rede.

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Realização do VI Diálogos cineclubistas em Santarém


Sob a temática cineclubismo e mídias sociais, na manhã do dia 2 de setembro, no IFPA, dentro da programação dos eventos comunitários do III FASOL, aconteceu o VI Diálogos Cineclubistas que contou com a participação de diversos monitores do programa Telecentros BR e de representantes de cineclubes santarenos, os quais fizeram no final do encontro, um ato político de filiação à PARACINE e ao Conselho Nacional de Cineclubes – CNC. Os focos principais desse Diálogos tratavam de cultura digital, ética hacker e software livre. Os Diálogos são experiências que a PARACINE e parceiros artísticos, culturais e sociais vêm realizando há três anos no sentido de garantir ampla participação democrática de pessoas, grupos, coletivos, entidades, instituições e empresas que desenvolvem ações cineclubistas e/ou que realizam, produzem, pesquisam cinema e o audiovisual em geral, nas reflexões, formulações de pensamentos e proposições de projetos, programas e ações de natureza cineclubista.

O encontro começou com uma panorâmica do movimento global do cinema, feita pelo Presidente da Paracine – Federação Paraense de Cineclube, Francisco Weyl, considerando o cinema, como uma das principais revoluções de invento, filho da fotografia, criada pela captura e projeção de imagens, pelos irmãos Lumiére. Para Weyl, o cineclube é um laboratório da própria leitura cinematográfica cujo idealizador é o narrador de sua história. Cineclubes temáticos dá sua importância em contextos educativos e políticos. O cineclube está difundindo conhecimento e portanto, não cobra ingresso na porta. “Acredito que nossas ações, vem de baixo para cima, as quais vão reverberar nossa força coletiva, através das mídias livres locais, fortalecendo as comunidades, em especial, as periferias, como os cineclube nas ruas, praças, parques, possibilitando outras cenas de trabalho colaborativo.”

Em seguida, a coordenadora do cineclube 1ª Estação da CBS, Adriane Gama falou da ligação intrínseca entre software livre e cineclube, com relação aos seus princípios: o primeiro fala da liberdade, conhecimento e compartilhamento e o segundo, de ser democrático, livre, cultural e ético, bases principais para garantir a participação social das pessoas no lugar onde vive. Segundo a cineclubista, “Igual ao cineclube, de ser um processo agregador social com princípios éticos e cidadãos, formando pessoas mais críticas e mais colaborativas umas com as outras, o software livre, por sua vez, promove a liberdade de produzir criatividade coletiva, usando ferramentas digitais livres”. Acrescentou ainda as experiencias audiovisuais de registro dos mestres de saberes tradicionais das comunidades atendidas pela Unidade.

 O jovem Gabriel Farias, monitor de Belterra, colocou sua experiência na roda de conversa, falando de realizações de cineclube na sua escola e da importância de mudança de comportamento da comunidade quando vê sua imagem projetada na tela. Para o especialista audiovisual, Bob, do Projeto Saúde e Alegria, que atua nas comunidades ribeirinhas disse que o cineclube contribui com a experiência do olhar coletivo, se tiver o debate depois, isso amplia a informação. Já para Luan Nascimento e Roberta Kelmi, monitores santarenos, dialogaram mais para a questão da sustentabilidade e falta de equipamentos e ferramentas audiovisuais. Chico Weyl, por sua vez, falou de ações práticas para solucionar algumas dessas situações para a criação de cineclubes, como fazer mapeamentos de parceiros cineclubistas, de escolas, associação, promover panada, bingos, caixa de ajuda. Mapear esse material no sistema solidário, como a filmoteca do CNC, com acervo legalizado, através da filiação, pesquisar diretrizes das políticas públicas, como o edital nacional do Cine Mais Cultura e projeto para ter acervos coletivos.

Como resultado desta cena cineclubista em Santarém, no final desse Diálogos, houve um inventário presencial feito pelo Chico Weyl, confirmando que ainda neste ano, final de outubro, acontecerá uma formação cineclubista na cidade, com oficinas e 3 sessões itinerantes. Em seguida, Weyl e Arthur Leandro oficializaram a filiação oficial na PARACINE + CNC. Quem quiser ainda participar, acesse o link do site CNC e participe!

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Oficinas de Cineclube em Santarém no III FASOL


Por Adriane Gama

“Cineclube é um movimento de intervenção social, de diálogo, de coletividade, muito diferente de um cinema comercial”, com essa frase de Francisco Weyl, Presidente da PARACINE – Federação Paraense de Cineclube, começou a oficina de cineclubismo, no último dia 31 de agosto, na sala Samaúma, IFPA, no III FASOL, reunindo vários cineclubistas regionais, ilustrando como plano de fundo, o texto produzido do cineclubista Felipe Macedo, que está disponível no wiki ou no site do CNC. Esta oficina de cineclube faz uma retrospectiva histórica desse movimento que se originou nos anos 20, século XX, na França. Surgindo no Brasil, em 1929, com o cineclube ChaplinClub, no Rio de Janeiro e que tem como cineclube mais antigo, o Cine Porto, localizado em Portugal.

Cineclube é uma associação sem fins lucrativos que estimula seus membros a ver, discutir e refletir sobre o cinema. A ideia então é desconstruir algo que já está formado no cinema atual, a qual as pessoas podem alavancar uma revolução cineclubista na amazônia. Cineastas como Glauber Rocha, Cacá Diegues, Jean-Luc Godard e Win Enders, foram citados neste encontro, revelando sua essência cinematográfica através dos seus filmes, democratizando o conteúdo dessa linguagem, tornando-a mais aberta e popular. Quanto mais as pessoas se juntam para ver um bom filme e finaliza com uma boa roda de conversa, o cineclube acontece, muitas vezes, até mesmo sem perceber que elas estão praticando cineclubismo.

Interagindo com esse assunto, Chico Weyl apresentou as 3 leis sagradas do cineclubismo: Cineclube não tem fins lucrativos. O cineclube tem uma estrutura democrática. O cineclube tem um compromisso cultural e ético. Para a cineclubista Adriane Gama, Coordenadora do Cine 1ª Estação, da Casa Brasil de Santarém, disse que “a função do Cineclube além do dialogar e de permitir o acesso a filmes, é contribuir com a produção coletiva, usando criatividade e e se apropriando de ferramentas digitais livres que se tornam de fato, ferramentas de transformação social. No final deste encontro, Arthur Leandro, Diretor Regional do Norte do CNC e do Cineclube Rede [Aparelho] falou da importância de se criar espaços democráticos que utilizem o cinema como forma de conhecimento que se aprende e constrói coletivamente, “Uma oficina de cineclube é uma roda de fazer junto”. Agora é com você: Que tal formar um cineclube na sua comunidade?

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Rádio Muiraquitã no IIIFASOL


Por Carlos Rodrigues

De 31 de agosto à 02 de setembro em virtude do III FASOL(Fórum Amazônico de Software Livre) a Rádio Muiraquitã uma rádio de trabalho acadêmico, estava fazendo a cobertura do evento com várias rodas de conversa com as pessoas como Adriane Gama(@drigama), que falou da importância do gênero no meio tecnológico.

Tivemos uma maciça participação de pessoas que passavam pelo QG da rádio, e falavam qual a importância de um fórum de Software Livre na Amazônia, como mediador da programação Don Perna(@donperna) de Belém . Mais a rádio não era só isso tinha momentos de muitas musicas regionais com Dj Virgulino(@pjatoba) de Recife, que nos mostrou um software de mixagem de musicas o MIXXX.

Tivemos um momento que as rádio ficou pequena, quando se encontraram Dj Perna e Dj Virgulino tivemos uma sequência de muita musica regionais paraense e nordestina entre os dois Dj.

Rádio Muiraquitã

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2º Encontro de Blogosfera no III FASOL


Por Carlos Rodrigues

 Neste dia 02 de setembro, tivemos o 2º encontro da Bloglofera de Santarém com vários representantes de blogs coletivos e pessoais de Santarém: com blog da Casa Brasil, Coletivo Puraqué, NIE, Comunidade do Amparo, Iteia, Ponto de Cultura Ganesha como também Pontão de Cultura Digital do Tapajós entre outros blogueiros da cidade.

 Neste encontro tivemos vários assunto levantado por blogeiros de outro estado como de Recife e de Santa Catarina, onde devemos criar uma maneira de fortalecer os blogs coletivos e que se tornem uma rede de informação da cidade dos bairros do pontos de culturas da sociedade, e que não devemos fica a merce de poucas pessoas que dominam os meios de comunicação, para isso todos os blogs ali reunidos, teram um novo encontro ira discutir uma nova forma de aproximar todos, para que se tornem uma Rede de Comunicação e que tenha um servidor para hospedar todos e que funcionem em rede e noticias .

Thiago Skárnio dar alguns exemplos de blogs coletivos que funcionam como forma de Rede de Noticias como o blog do Ponto de Cultura Ganesha de Santa Catarina que funciona com um blog que hospeda vários outros e como o blog do Iteia de Recife exemplo esse mostrado por pedro Jatobá.

Blogofera Santarena

Mais informações sobre os blogs acesse: www.puraque.org, www.nieinfroedu.wordpress.com, www.iteia.ogr.br, www.ganesha.ogr.br, www.comunidadeamparo.wordpress.com, www.casabrasilstm.wordpress.com, www.mapinguridigital.wordpress.com,

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