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SENAES promove Encontro de Economia solidária na Casa Brasil de Santarém


Por Adriane Gama

O tema atual sobre economia solidária entrou como pauta principal no encontro promovido pelo SENAES (Secretária Nacional de Economia Solidária), nas pessoas de Haroldo Mendonça, Coordenador da Região Norte, Sérgio e Thaís Chita, ambos da Ong Unimirá – SP e do Projeto Fibra de Peixe, no dia 28 de abril, pela parte da manhã e se estendeu até o começo da tarde. Este evento, teve como objetivo principal trabalhar e interagir as ações de economia solidária do Coletivo Puraqué (Cultura digital e cidadania – Santarém) e de Salvaterra (Cooperativa da Ilha do Marajó – PA) que trabalha com couro de peixe, customizando essa matéria-prima em sandálias, cintos e bolsas artesanais.

Este evento começou com uma dinâmica de apresentação, contagiando todos os participantes com abraços coletivos, os quais estavam presentes representantes do Pontão de Cultura Digital do Tapajós, hacker ativistas do Puraqué, Presidente do Maracanã I, IFPA, STTR (Sindicato dos Trabalhadores Rurais), NIE (Núcleo de Informática Educativa), Conselho Gestor da Casa Brasil, AOMT-BAM (Associação de Organização das Mulheres do Baixo-Amazonas), Associação das Mulheres de Belterra, ECONSOL e SEMDES (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social).

Em seguida, foi feita uma apresentação do Projeto Puraqué, por Jader Gama, mostrando as experiências do Coletivo na área de economia solidária, destacando as principais: Curso de cultura digital como um processo colaborativo, hiperempreendorismo de Cyberxibé, uso de ferramentas livres de educação à distância, Praça virtual com o apoio e criação do Pontão “Nóis digitais”, Campanha e candidatura colaborativa, Feira de Cultura Digital dos Bairros (Feira de Economia Solidária), lastro da Moeda Muiraquitã, Consórcio Solidário, Banco comunitário e Programa Jovens CodeirXs – Hacker Mirim. Para Gama, “o nosso sonho é que na nossa cidade tivesse cooperativas tecnológicas de software livre, comunicação e redes, e tudo isso acontecerá a partir do estímulo do raciocínio lógico inserida na criança”.

Após esta apresentação, o microempresário e produtor cultural do programa Fibra de Peixe, Sérgio Milleto, contextualizou a democratização da comunicação e afirmou, “eu quero fazer cultura porque cultura transforma”. Disse que fazer produção de história de vida de pessoas que transformaram sua realidade, resgata a importância da cultura e da produção, onde muitas vezes, a própria população local desvaloriza sua cultura. Temos um programa amazônico abrangendo 8 países, uma expedição Orellana, refazendo a histórica volta, cujo programa é um dinamizador da ações locais, abordando conceitos freirianos e trabalhando juntos com educadores comunitários.

Neste projeto, através de atividades de economia solidária peculiares, Santarém (Cultura digital) e Salvaterra (Artesanato), irão fazer um intercâmbio de troca de experiências com a Extremadura, Província da Espanha, onde esta região trabalha com o baixo custo na produção de azeite para diversos fins, como geração de biomassa. Sérgio enfatizou a dimensão digital na amazônia do Puraqué. Para ele, o problema da Amazônia está diretamente ligada a produção extensiva da soja e da carne se contrapondo com a produção dos produtos locais, “é preciso que haja mais incentivo à criação de grupo de ação local, seja de mulheres, jovens e microempresas, qualquer manifestações que agrega a cultura e garanta um comércio justo. Contudo não basta só isso, é importante refletir suas próprias ações de gerar e agregar valor no seu produto, por exemplo de que adianta gerar uma marca e não usá-la. Como podemos querer que as pessoas gostem deste produto. Esse olhar de ver como incrementar e inovar seus produtos, o Puraqué pode colaborativamente ajudar.

Fibra de Peixe – Piloto Programa em Salvaterra

Nasceu do desejo de contribuir com o descarte do couro de peixe na Ilha de Marajó, de enxergar as percepções de como somos comunicadores, de se reconhecer, ter a dimensão de economia solidária e disseminação da cultura local, questão semântica e concepção freiriano”, disse Thaís Chita. Juntar Salvaterra e Santarém, através do cuidar pedagógico da relação de pessoas, contribui com a formação cidadã, traz um processo produtivo. Para Haroldo Mendonça – Sistema nacional do comércio solidária, diz que é muito importante a presença e participação do poder público nesse projeto. Ter o Governo Federal e Prefeitura como parceiros da Senaes, tornar o projeto mais concreto, em termos financeiros. Quando o projeto estiver mais claro, terá mais sinergia presencial com Puraqué e outros parceiros como o STTR, Associação de moradores e IFPA. “É uma experiência mais inusitada de cultura digital com a cultura popular, envolvendo diálogo de integração de “espertize” com Salvaterra.”

Depois da explanação do projeto, alguns participantes socializaram um pouco de experiências de economia solidária em seus grupos coletivos, como a da OMT-BAM, Associação do Lago Grande e ECONSOL, da Prefeitura Municipal. No final do encontro foram propostos vários encaminhamentos, como o uso de software livre nos processos de sustentabilidade e solidariedade, trocas de habilidades coletivas, oficina de letramento digital, videoconferência postando o primeiro relato, fixar reuniões mensais, confirmar o apoio da Prefeitura como parceira, planejamento do I encontro em julho com um seminário de apresentação, utilizando uma plataforma web – wiki, blog, site – com as publicações das experiências e letramento digital e apropriação das ferramentas digitais.

Esse encontro foi transmitido via videoconferência, com a participação de empresa de consultoria de eventos de Belém, Málaga, fazendo o papel do Puraqué, como articulador direto com a cidade Salvaterra.

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Vivendo e Aprendendo na Economia Solidária!!!


Nesta semana especial, o “Pelo olhar do colaborador”, traz a nossa querida colaboradora intelectual da CBS, Bruna Tainá, mais conhecida como “Bruneka”. Essa jovem monitora que faz parte também da turma dos Jovens CodeirXs, vem trazendo para nós, o resultado positivo da primeira videoconferência da Unidade, a qual teve uma ótima repercussão nacional, contando com a colaboração de duas personalidades da cultura digital brasileira, Pedro Jatobá e Andreia Saraiva, sendo estes, os mediadores que inauguraram o I circuito digital comunitário de palestras da Casa Brasil de Santarém. Vamos conferir!

Por Bruna Tainá

Na sexta-feira passada, 15 de abril às 18h, aconteceu no auditório da Casa Brasil de Santarém, o I Debate de Vídeo Conferência de Economia Solidária, organizado pelo Projeto Puraqué, bolsistas do Cnpq/UFOPA e Casa Brasil de Santarém. Este evento que abriu o circuito digital deste mês foi viabilizado através de um bate-papo com dois representantes ativistas de software livre: Pedro Jatobá, de Salvador e Andrea Saraiva, de Fortaleza, os quais buscaram passar aos participantes, em especial para os alunos Jovens CodeirXs da Unidade, a origem, características e ideias de economia Solidária.

Andrea Saraiva transmitiu aos alunos, o conceito de Economia Solidária como uma utopia de sociedade justa, em igualdade. Trata-se do trabalho da pessoa que pensa na economia da abundância e vive daquilo que realmente gosta, com uma vida digna e não admite hierarquia. A pesquisadora fala também da sustentabilidade Social, Tecnológica, Ambiental e destaca financiamentos como, os editais. Pedro Jatobá, por sua vez, fez complementos citando exemplos de projetos, eventos, empreendimentos solidários para vincular os trabalhos de economia solidária dentro da sociedade. Com a interatividade dos participantes focada no assunto surgiu uma ideia que todos aprovaram que foi de implantar hortas comunitárias ou familiares para contribuir com o suprimento do que necessita em casa e não precisar comprar mais.

Na entrevista com a participante e aluna do curso de Informática básica, Vera Lúcia dos Santos, de 47 anos, moradora do bairro do Alcione, afirmou que “Este é o meu primeiro debate falando de economia solidária e achei muito interessante, porque ouvimos falar tanto em economia solidária mas só com pessoas de fora, nunca vi chegar tão perto de nós como estamos tendo essa oportunidade aqui na Casa Brasil, de ter pessoas de outra região conectada na internet para compartilhar suas experiência e ideias e mais, nos deixarmos atento a ter visão do que podemos fazer e colocar em prática essa ação dentro de nossa realidade”. Pegando a deixa da aluna Vera Lúcia, agradecemos a todos participantes que estiveram presente e que com certeza levaram deste debate, práticas a serem pensadas em seu dia a dia, e com isso, abaixo deixo o meu recado:

” A união faz a força!” Entenda e faça sua parte também. Porque podemos ter uma vida melhor com um comércio justo e consumo justo em Santarém. Até a próxima vídeoconferência!!!

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Circuito digital da CBS lança hoje I videoconferência com o tema Economia Solidária


Economia Solidária e Produtoras Colaborativas Livres, abrem o Circuito de Palestras Inovadoras da Casa Brasil de Santarém. Hoje dia 15 de abril a partir das 18h. A Casa Brasil abre suas portas e seu espaço virtual para que os alunos da Unidade, comunitários da Grande Área do Santarenzinho e do Maracanã, bem como acadêmicos da UFOPA participem do debate, em um momento que fala-se tanto em falta de emprego em Santarém a palestra vai mostrar especialmente para os jovens como eles podem através da apropriação das ferramentas de comunicação digital e do empreendedorismo colaborativo, criar negócios coletivos inovadores.

A palestra vai ser proferida por dois conceituados pesquisadores:

Professora Andréa Saraiva: historiadora, escritora, autora do livro Orélio Cearense: Dicionário Ilustrado e Romanceado de termos e expressões do palavreado do Ceara e do Livro “Existe Vida cultural além de editais?”. Ela consultora e implementadora de políticas e programas de cultura e de tecnologia. Foi consultora do MinC/Pnud onde implementou a Ação Economia Viva no âmbito do Ministério da Cultura. Mulher de fibra que transita no universo entre antenas e raízes e que fez uma opção pela economia da cultura colaborativa.

Professor Pedro Jatobá: Bacharel em ciência da computação pela UNICAP (PE). Trabalhou como analista de sistemas e programador C, Java em empresas nacionais como Vivo (2004-2005), Transportadora Mercúrio (2005-2006) . Desempenhou papel de pesquisador e analista nos laboratórios de pesquisa da HP Brasil em Porto Alegre (2006-2007), desenvolvendo soluções de última geração nas áreas de virtualização e ambientes adaptativos. Foi diretor de tecnologia da Revista O Dilúvio (RS), onde aprofundou conhecimentos sobre software livre, conhecimento livre e modelos livres de negócios (open business). Integrou em 2007 o Instituto Intercidadania (PE) como Diretor de Cultura e contribuiu na concepção da Rede Colaborativa iTEIA onde atua na Coordenação de Formação e Articulação do projeto. Em 2008 criou o Eixo de Sustentabilidade Cultural do Pontão de Cultura Digital CDTL (PE) que realizou oficinas de geração de renda junto aos pontos de cultura nos 7 estados do nordeste, difundindo conceitos e praticas da economia solidária e realizando rodadas de trocas de produtos e serviços culturais entre os pontos participantes. No ano de 2009 foi bolsista da Ação Cultura Digital MINC/CNPQ onde lutou criação do GT Sustentabilidade. Realiza a três anos o projeto Estrada Viva que visitou mais de 50 pontos de cultura das regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Norte fomentando a tecnologia social das Produtoras Culturais Colaborativas

O palestra vai ser feita através da internet pois os debatedores encontram-se respectivamente no Ceará e na Bahia. Este evento colaborativo é realizado pelo projeto de pesquisa de interações entre sociedade e redes sociais – CFI, (UFOPA, Casa Brasil de Santarém e CNPQ, com o apoio e parceria do Projeto Puraqué). Em breve estaremos divulgando neste espaço os temas e os palestrantes deste circuito colaborativo de conhecimento, que vai ocorrer toda segunda sexta-feira de cada mês no auditório da Casa Brasil (Rodovia Eng. Fernando Guilhon, 12, Santarenzinho – Santarém-PA)

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Oficina de Economia Solidária na Casa Brasil de Santarém


Por Adriane Gama

Para entender o que é economia solidária, é necessário começar a falar de redes sociais. As redes sociais são muito importantes dentro de uma sociedade, de um grupo de pessoas que se interligam e interagem entre si e com outras redes, como por exemplo, os índios nas tribos discutindo um tema na sua maloca. Atualmente, com a evolução contínua da internet, todos os olhares globais se voltam para a rede social digital. Estas redes digitais permitem transmitir uma informação de longe, sendo estas tão importante quanto a uma rede social presencial. Entretanto, a rede social na internet vem se estabelecendo nas comunidades, como um movimento impulsionado na maioria das vezes, para uma rede de consumo.

A partir desse fato, qual é o impacto de um produtor tradicional quando o consumo digital avança, até quando uma rede digital deixa de ser inclusiva e passa a se tornar exclusiva, deixando essa pessoa a parte? E quando a rede social está na mídia, de que forma esta, ocupa e pressiona as pessoas na internet para o consumo intensivo? Como se pode trabalhar com uma distribuição cultural, competir com a mídia local ou com a indústria do cigarro (distribuição comercial), de forma justa e sustentável? São questionamentos como estes que abrem a oficina de economia solidária, marcando pontos importantes para reconhecer formatos de distribuições alternativas de valorização de uma cultura popular e de geração de trabalho e renda.

A oficina de economia solidária, facilitada pelo Coordenador do ITEIA (Recife) e do Programa Cirandas, Pedro Jatobá, aconteceu no dia 8 de setembro, pela manhã e à tarde, no auditório da Unidade e contou com a participação dos professores coordenadores dos pólos do Núcleo de Informática Educativa, infocentristas, Coletivo Puraqué e da Casa Brasil de Santarém. Foi discutido também nesta oficina, conteúdos ligados a produção cultural, distribuição em redes, mídias móveis, acervos públicos digitais e vários vídeos que mostraram a realidade global, como “Carne é Fraca” e “Baraka”.

Após a exposição de Jatobá, houve a roda de conversa, dialogando experiências de empreendimentos solidários, como por exemplo, a do Coletivo Puraqué, com a proposta da moeda social Muiraquitã, criada na Feira de Cultura Digital dos Bairros, no Santarenzinho, que troca seus cursos digitais por garrafas pets. Outros caminhos sociais seriam dentro das escolas, nas quais , os professores poderiam replicar esses valores para seus alunos, através da utilização de ferramentas de cultura digital, produzindo vídeos que falam da sua realidade ou formando grupos de metareciclagem. Surgiram também outras ideias, como a de fomentar uma produtora cultural colaborativa, formando novos prossumidores – Produtor – Consumidor sustentável, que propicia a troca de serviços entre indivíduos e centros culturais, criando um serviço de ponto de cultura para sua sustentação.

  • A Economia Solidária é um jeito bem alternativo de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para se viver. Sem explorar ninguém, sem querer levar vantagem e sem destruir o meio ambiente. Baseia-se na cooperação, na solidariedade, autogestão, de maneira coletiva, viabilidade econômica e respeito à natureza, fortalecendo um grupo, sem patrão nem empregado, cada um pensando no bem de todos e no seu próprio bem estar.

Para maiores informações, clique nestes links e entenda mais sobre rede colaborativa de cultura e cidadania e acervo digital de conteúdos:

www.iteia.org.br e www.cirandas.net

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Encontro de Avaliação Comunitária da Feira Cultura Digital dos Bairros


Depois do sucesso garantindo da Feira Cultura Digital dos Bairros, chega a hora das pessoas que participaram e apoiaram diretamente desse evento, avaliar os pontos que foram positivos e os que precisa melhorar em várias aspectos, planejados anteriormente por essas lideranças. O encontro foi realizado no dia 11 de abril, logo após o término da Feira, no auditório da Casa Brasil, local de todas as reuniões, contando com a presença de representantes dos presidentes das comunidade, do Pontão de Cultura Digital do Tapajós, Puraqué, Projeto Saúde e Alegria, Casa Brasil, da Feira de Economia Solidária e coolaboradores desse evento.

Pontos positivos mais destacados foram entre outros: Bom humor, novos amigos, parceira, segurança, palco, espaço, talentos, chuva na hora certa, conhecimento, fonte renda, espiríto de equipe, participação das escolas, cessão do espaço, Moeda do Conhecimento, transporte, doação do computador, relacionamento, cobertura imprenssa e limpeza coletiva.

Como pontos a melhorar, temos: decoração, sinalização, oficinas que faltaram, comentários equivocados, agenda para crianças, uso do espaço e cadeiras.

Segundo Jader Gama, coordenador geral do evento, diz que teve uma visão positiva de como foi a organização dos recursos investidos no evento, em pouco tempo de planejamento, massa participação popular, também parabenizou com agradecimentos em relação a doação do computador por uma empresa que confiou na credibilidade e responsabilidade da Feira Social Digital e sem dúvida nenhuma, a Moeda Social Muiraquitã, veio para ficar como símbolo maior de economia popular e responsabilidade ambiental. Magnolio Sposito, do Projeto Saúde e Alegria finaliza solicitando fazer uma comissão oficial permanente da Feira e que a alegria na vontade de fazer o melhor nesse trabalho, foi essencial. Adriane Gama, Coordenadora da Casa Brasil de Santarém conclui que a Feira de Economia Solidária, teve o verdadeiro sentido da idéia de geração de renda familiar, pois as pessoas trabalharam coletivamente e por fim, tiveram 100% do seu lucro garantido na vendas dos seus produtos regionais.

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Sucesso coletivo e participação comunitária marca I Feira Cultura Digital dos Bairros


Três dias marcaram definitivamente os temas abordando: economia solidária, meio ambiente e cultura digital, reunindo toda a diversidade cultural e social na cidade de Santarém, no Pará. Trata-se da I Feira Cultura Digital dos Bairros que aconteceu nos dias 7, 8 e 9 de abril na grande área do Santarenzinho e do Maracanã, realizado pelo Pontão de Cultura Digital do Tapajós, Coletivo Puraqué, Projeto Saúde e Alegria, Casa Brasil e dos parceiros sociais: dez associações da Grande Àrea, Esporte e Lazer, Pontos de cultura, Secretaria Muncipal de Cultura e comunidade em geral.

Neste evento sócio-digital teve vários acontecimentos especiais que vai desde a feira de economia solidária, cybershibé, teatro, rodas de conversa temáticas, oficinas digitais a apresentação de show de calouros, festival de música e desfile de moda. O lançamento da moeda Muiraquitã, considerada a “moeda do conhecimento” consagra um novo paradigma de cultura digital na Amazônia. Com vocês, a Festa Colaborativa Popular!

Conheça um pouco mais da programação desta Feira Digital:

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