Tenda discute Educação e Cultura Digital no II FCDB


Fechando o segundo dia, com muita chuva em São Paulo, na Cinemateca, na Tenda do Circo do II FCDB, foi abordado o tema Educação e Cultura Digital, com a participação de representantes do EducaRede, Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital, Coletivo Puraqué e Casa Brasil de Santarém, Pontos de Cultura, entre outros.

Neste encontro, foram debatidos várias questões que envolviam as redes sociais de ensino, conflitos de gerações e troca de conhecimentos, uso e mixagem, refazer e adicionar nas escolas, contratos de empresa para blogs educacionais e o acontecimento maior da cultura digital nas escolas públicas.

Para o profissional de educação autônomo, Zimenes, diz que a tecnologia não faz tudo, ela é apenas um instrumento, tudo se aprende com o estudar. Já para Robson da Rede Mocambos, do Ponto de Cultura Tainã, a nossa experiência educacional parte do princípio da educação popular. Bianca Santanna (REA), por sua vez, indaga sobre a função social da tecnologia. O que a cultura digital traz para a educação e para os educadores, além da formação de professores e produção de material didático? Para a educadora, recursos educacionais abertos são princípios do software livre, isso deve ser transportado para a educação. Ninguém e criador original da autoria, produzimos na base do que foi criado. Dentro de um movimento tradicional nem falam em propriedade“, conclui, enfatizando a liberdade de compartilhar e trocar experiências educacionais nas redes.

Jader Gama, do Coletivo Puraqué contribui neste debate, falando da experiência positiva de cultura digital nas escolas municipais de Santarém, através do NIE (Núcleo de Informática Educativa), pela Secretaria de Educação com o Coletivo. Segundo o ativista em software livre, é preciso que haja, “um extrativismo cerebral, ou seja incentivo maior à produção humana“. Além disso está acontecendo na Casa Brasil de Santarém, uma metodologia de introdução à programação com os novos comunicadores digitais, os jovens codeiros e com os alunos das escolas municipais, o programa Hacker Mirim, baseado na colaboração, liberdade e respeito ao próximo.

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